terça-feira, 7 de setembro de 2010

Doce Sarau


Lá no sarau ganhei esse mini bolo da Laís Teixeira, (que é pura poesia em movimento).
Achei tão lindo que não comi na hora, trouxe pra casa, para que o Elan visse como era lindo meu presente.
Monique, uma menina muito sapeca de 5 anos, neta da minha secretária Eveni, ficou encantada com o bolo.
- É de comer, tia?
- É sim e adivinhe de quem é? da Monique.
Acho que a Laís vai me perdoar.

5 comentários:

Daniel Simões disse...

Confesso que olho para uma coisa dessas e não me dá vontade de comê-la de tão artificial que parece.
Mas se olhar para ela sem ser como comida, concordo: é uma sensivel obra de arte!!!

Ana Valeska Maia disse...

Daniel,
As vezes a gente precisa de um azedinho pra equilibrar a força, rsrsrsrsrsrs.
A intenção é perceber a poesia da intenção.
Bjs.

Florêncio E. disse...

E no final das contas a história ainda ficou parecendo poesia.

Roberto Pinto disse...

A vida feita de poesia é mais vida, é muito mais viver, muito mais sentir, é o sangue que pulsa em nossa veias e pulsa forte, e vai ao encontro da vida, ou ao encontro da morte, então, que seja a vida, que seja vivida, que seja amada...

Ana, que pena não poder ter participado de momento tão maravilhoso, mas a vida é assim, uns vão outros ficam, e o mais importante é saber que os que ficam possa desfrutar de corpo e alma.

Corpo meu, minha morada! disse...

Fazer julgamentos antes de conhecer é a nossa mania! Será artificial? É artificial! Será saboroso? É saboroso! Tudo nessa vida é o que desejamo/imaginamos que seja. Adoro a "poética" dos nossos encontros!!
Adoro o nosso desejo de compartilhar!!!
Sabe do que lembrei? Da caneca de caldo de camarão que foi saboreada por cada um de nos! (sabores, desejos, sensações).

Xêro